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Extrato Pirolenhoso fomenta desenvolvimento sustentável e economia ao setor florestal e agronegócioForest News | Forestnews

Extrato Pirolenhoso fomenta desenvolvimento sustentável e economia ao setor florestal e agronegócio

Com as exigências do mercado sobre sustentabilidade cada vez maiores sobre o agronegócio, a busca por soluções naturais para o controle de pragas aliadas à diminuição dos custos operacionais também cresce. Dentro desse cenário está o extrato pirolenhoso, obtido a partir da fumaça condensada da queima controlada de materiais vegetais e que carrega na composição mais de 300 moléculas bioativas como ácidos orgânicos, álcoois, fenóis, aldeídos, micro e macronutrientes para potencializar a produção florestal e agrícola.

Estudo desenvolvido pela Embrapa apontou que o extrato pirolenhoso apresentou sucesso como herbicida em todas as plantas daninhas testadas, inibindo 100% das sementes em dose elevada.

A MaggiEco Fornos é uma das principais referências nacionais na produção do pirolenhoso. A empresa produz o composto a partir da queima controlada da madeira gerando o carvão e o processo também pode ser feito com outros extratos vegetais como bambu, coco, laranja, entre outros vegetais.

Outra possibilidade é a utilização de resíduos de madeira de supressão vegetal. Muitos proprietários de empreendimentos madeireiros não promovem a destinação desses materiais e fazem a queima, gerando compostos poluentes e possibilitando queimadas na propriedade. Mas a utilização desse composto como fonte energética em fornos permite a geração do pirolenhoso e também de carvão vegetal e alcatrão vegetal, gerando renda e protegendo o meio ambiente.

“A MaggiEco Fornos, tem como valores, a sustentabilidade, proteção e cuidado com o meio ambiente. Nossa missão é promover a agricultura sustentável, com alta rentabilidade. Acreditamos no sucesso da cadeia do agro sustentável, tendo como base o Extrato Pirolenhoso. Através do desenvolvimento dos nossos Fornos para fabricação de carvão vegetal, Extrato Pirolenhoso e Alcatrão Vegetal”, explica Osmar Maggi, diretor da MaggiEco Fornos.

Como adjuvante o composto melhora a eficácia de herbicidas, inseticidas, fungicidas ou fertilizantes. Dessa forma, o pirolenhoso reduz a necessidade da utilização de defensivos agrícolas mais agressivos ao meio ambiente, potencializando o desenvolvimento sustentável, permitindo melhor absorção de nutrientes como o nitrogênio e proteção ao solo.

Essa proteção ao solo é fundamental para o desenvolvimento sustentável na agricultura. Isso porque a degradação da terra é um dos maiores desafios para o segmento, não apenas pela questão ambiental, mas também pela diminuição da produtividade que esse fenômeno traz.

A aplicação também permite a melhor resistência da planta a estresses abióticos, como hídricos, climáticos e por salinidade. Isso faz com que esses vegetais possam se desenvolver mesmo em condições mais adversas, até pelo pirolenhoso também interferir positivamente na retenção de água no solo e nas raízes.

O pirolenhoso da MaggiEco Fornos consegue atingir esses índices de produtividade devido a qualidade dos fornos da empresa. Esses equipamentos têm produção entre 1,8 mil e 2,5 mil quilos de carvão por fornada e um extrato de pirolenhoso que chega até 2 mil litros por fornada. Esse extrato apresenta excelente qualidade, com densidade entre 1,7 e 1,8, viscosidade acima da média e pH de 3.

Esses materiais ainda contam com controle rigoroso na temperatura interna, mantendo assim a qualidade do carvão e principalmente do extrato pirolenhoso do início ao fim, para que não libere partículas nocivas e perca a qualidade do extrato.

Assim como o pirolenhoso, o alcatrão vegetal também pode ter utilizações em outros segmentos, como um simulador de aroma de defumação, além de produtos veterinários, farmacêuticos, em indústrias químicas e na fabricação de espumas de poliuretano.

“Buscamos sempre deixar claro a qualidade do produto oferecido, seu baixo custo e melhoria para a terra. Ainda realizamos testes laboratoriais, junto a empresa regulamentadas pelo MAPA, para ter maior controle e qualidade do nosso produto. Atentando sempre que a sustentabilidade é o melhor caminho para grandes produções”, finaliza Osmar Maggi.

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