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Mili deve investir R$ 33 milhões em nova linha de absorventes até 2023

A empresa curitibana Mili, maior fabricante 100% brasileira de papel tissue, anunciou que investirá R$ 33 milhões no lançamento de uma nova linha de produção de absorventes femininos até 2023. O investimento faz parte de um plano ousado, que ainda prevê mais R$ 67 milhões em investimentos em outros setores da companhia. O objetivo da Mili é arrecadar R$ 6 milhões a mais por mês em comparação com o faturamento atual desse produto. “Nosso foco agora é construir uma marca de qualidade que mostre o cuidado com o consumidor”, afirmou Daniel Signori, diretor técnico da Mili, em entrevista à Revista Exame.

Nos últimos anos, o crescimento do mercado de produtos de personal care vem sendo uma tendência ascendente no país. Segundo levantamento da Euromonitor International, a venda desses itens cresceu 4,7% em 2020, registrando R$ 122,4 bilhões em receitas. O Brasil é o quarto maior mercado do segmento no mundo, atrás apenas de Estados Unidos, China e Japão.

Os investimentos serão realizados nas plantas localizadas nos municípios de Maceió (AL) e Três Barras (SC). O principal intuito é substituir tecnologias obsoletas da área de automação, ponto fundamental para a manutenção da qualidade na parte da conversão.

Portfólio

A Mili possui atualmente mais de 150 itens em seu portfólio. Há dois anos, a companhia traçou a meta de alcançar um faturamento superior a R$ 2 bilhões em 2024. Em 2021, fechou com R$ 1,8 bilhão e deve chegar a R$ 2 bilhões em 2022, adiantando o plano em dois anos. Em 2024, a fabricante deve atingir R$ 2,5 bilhões.

A companhia conta com uma linha de produtos composta por artigos de higiene infantil, feminina e por mais uma série de itens para cuidados com o lar, mantendo sempre o nível máximo de qualidade e segurança. A Mili possui uma capacidade anual de produção de 241 mil toneladas. Em Curitiba (PR) e Maceió (AL), estão as centrais de distribuição, que cuidam para que os produtos cheguem com rapidez e segurança a todo o Brasil e Mercosul.

Fonte: Mili

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