a
Produção de celulose no Brasil cai no segundo trimestreadmin | Forestnews

Celulose fecha primeiro trimestre com US$ 2,9 bilhões em receitas

No primeiro trimestre de 2023, a produção de celulose teve aumento de 2,6%, enquanto o volume de exportações cresceu 12,9% em relação ao mesmo período de 2022. Já a produção de papel bateu 2,7 milhões de toneladas no período.

Os números foram divulgados nesta semana no Boletim Cenários Ibá da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).

O segmento conseguiu em receitas nesse período US$ 2,9 bilhões, com a balança comercial do setor fechando entre janeiro e março em US$ 2,6 bilhões (+16,5%).

As vendas de papel no Brasil no primeiro semestre totalizaram 1,3 milhão de toneladas. Os painéis de madeira, por sua vez, somaram 1,6 milhão de m³.

As exportações de celulose entre janeiro e março somaram 4,7 milhões de toneladas, crescimento de 12,9%. O papel totalizou 489 mil toneladas comercializadas com outros países entre janeiro e março. Painéis de madeira, por sua vez, chegaram a 235 mil m³ exportados.

A China continua sendo o principal destino das exportações de celulose produzidas no Brasil, chegando a US$ 962,9 milhões negociados nos primeiros três meses do ano, um crescimento de 38,2% em relação ao mesmo período de 2022. Com relação ao papel, os países da América Latina seguem como principais compradores do Brasil e somaram US$ 395 milhões nas negociações do produto.

“O setor de árvores cultivadas segue em seu propósito de prover alternativas ambientalmente amigáveis para o Brasil e para o mundo. O avanço na produção de celulose é um exemplo deste comprometimento. A partir da matéria-prima são originados diversos bioprodutos, desde os mais conhecidos, como embalagens de papel, livros, fraldas, lenços e papel higiênico, até itens presentes no dia a dia por meio de roupas, medicamentos, alimentos, cosméticos, entre outros. Isso tem tudo a ver com as atuais demandas do mercado externo e como o setor brasileiro de árvores, com sucesso, as atende”, explica José Carlos da Fonseca Jr., diretor executivo da Ibá.

Compartilhe